"Malcolm Muggeridge observou que, nos nossos dias, com as clínicas de planejamento familiar a oferecer meios cômodos de corrigir “erros” que poderiam levar à desgraça o nome da família, seria “extremamente improvável, sob as condições existentes, que Jesus tivesse permissão de nascer pelo menos. A gravidez de Maria, nas desagradáveis circunstâncias, e com pai desconhecido, teria sido sem dúvida um caso de aborto; e sua conversa de ter concebido pela intervenção do Espírito Santo teria exigido tratamento psiquiátrico, tornando o argumento a favor da interrupção da gravidez ainda mais forte. Assim, a nossa geração, precisando de um Salvador, talvez mais do que qualquer outra que já existiu, seria humana demais para permitir que ele nascesse”."
"O Jesus que nunca conheci", Philip Yancey

